17 de setembro de 2007

outros lugares no Condado 3

As minas de Laftânia.
As minas de Laftânia são as principais minas no Condado de Imbéria. São extraídos de lá minério de ferro, principal metal utilizado no Condado. Existem atualmente cerca de mil homens trabalhando nessa atividade tão insalubre e arriscada. Nas cercanias da montanha Laftânia surgiram vários acampamentos com a descoberta do minério uns 30 anos atrás, esses povoados transformaram-se em vilas.
A maior entre todas as minas de Laftânia pertence ao Conde de Imbéria. Para a Mina Gastak são enviados alguns dos condenados da justiça e lá se submetem ao trabalho forçado para cumprimento de suas penas. O regime é muito rigoroso, os operários trabalham 15 horas por dia e alimentam-se apenas de uma sopa rala de vegetais, carinhosamente batizada de lavagem, duas vezes por dia.
As outras minas são de propriedade de cidadãos que compraram dos donos das terras o direito de explorar a extração do metal. Tudo rigorosamente regido por contratos que contam com a assinatura inclusive do Próprio Conde. Nesses locais os trabalhadores são recrutados entre os camponeses mais pobres, recebendo salários mais atrativos por tratar-se de serviço muito pesado. De maneira geral esses funcionários assalariados recebem alimentação e alojamento por conta do dono da mina e trabalham entre 8 e 10 horas todos os dias. A cada 10 dias os trabalhadores recebem seus salários e podem descasar por dois dias até retornarem ao trabalho de mina para cumprir nova jornada de 10 dias.

Criaturas

Sombras Fantasma
São criaturas que vivem nas profundezas da Floresta das Trevas. Provavelmente não pertencem a esse plano de existência pois não possui corpo físico, apenas uma sobra negra e fluida. Não são capazes de ferir o corpo de seus oponentes, apenas atuam alimentando-se das energias dos seres vivos, deixando-os vazios, sem alma. Esses seres são vistos muito raramente e poucos aventureiros sobreviveram a essas aparições. Apenas os bravos e de coração nobre e ainda assim com muito esforço e lágrimas.
As pessoas comentam que essas sombras fantasmas são na verdade almas atormentadas por seus crimes hediondos, que não conseguiram encontrar descanso nem mesmo na morte. Seriam os escravos do senhor dos mortos e existiriam apenas para atormentar-se e destruir outras fracas almas.
A pouco tempo ocorreu um fato inusitado atribuído as sombras fantasmas, longe da Floresta das Trevas uma pequena vila foi simplesmente aniquilada, seus habitantes foram todos encontrados caídos pelas estradas da região como se estivessem em fuga, porém foram alcançados pela perdição antes de poder defenderem-se. Em plena luz do dia.
Para muitos, esse foi o sinal de mal agouro forte e os templos abarrotaram-se de fiéis como a muito não se via na região.

Magia no cenário

A magia no reinado é algo não muito comum, existem áreas onde ela praticamente não existe, em outras áreas ela é forte e possui efeitos estranhos e desconhecidos. Na maior parte do reino o nível é baixo.
Áreas onde sempre existiu muita atividade mística costumam apresentar nível de mana mais elevado, porém a população evita essas áreas por medo ou por precaução.

Personagens 2

Ados, o mago
Famoso por seus conhecimentos das artes mágicas Ados é tido como um dos patriarcas da magia do Reino de Ralman. Porém é um homem já de idade avançada e atualmente ocupa-se em transmitir seus ensinamentos a seletos alunos que podem custear um tutor desse renome.
Em sua juventude, Ados percorreu todos os cantos do reino de Ralman e ainda além. Sempre em busca de conhecimentos e tentando desvendar mistérios. Das suas andanças ele juntou fortuna razoável e segundo contam as más línguas itens de grande poder mágico.
O velho Ados pertence a uma nobre família de Cavaleiros. Porém a muito tempo abdicou do título a que fazia jus em prol do seu irmão. Preferindo viver para seus estudos ao invés de ocupar-se de terras, tributos e servos.

A Fonte do Anjos

A Fonte dos Anjos foi construída logo que os primeiros homens se estabeleceram na região que se tornaria a atual Skolwood, no local onde um grupo de monges costumava acampar quando percorriam a região em suas peregrinações. A comunidade passou a crescer em torno da fonte de água límpida e tornou-se uma vila próspera e posteriormente uma cidade.
A fonte foi reformada a muito tempo atrás. Passando a ser considerada como uma obra de arte no melhor “estilo barroco”. Foram esculpidos em mármore puríssimo os anjos e ornamentos cheios de detalhes, num estilo complexo e suave ao mesmo tempo. Ao longo do dia as peças esculpidas no mármore especial vão mudando de coloração, passando por um amarelo pálido ao nascer do sol até um leve tom rosado ao entardecer. Várias piscinas foram construídas para recolher a água que brotava tranqüila no centro da fonte. Ao redor das piscinas brancas existe uma praça ampla e em torno da praça partem as ruas principais da cidade. Os prédios mais importantes da cidade localizam-se na praça.

Religião

O panteão dos deuses cultuados dentro do condado é vasto, e as diferenças são bem aceitas. Apenas deuses tidos como malignos são cultuados de maneira mais oculta e obscura.
A cidade Adotou como seus patronos os Deuses: do comercio, das águas e rios, da sabedoria, da natureza. Existem vários templos espalhados pela cidade, porém o maior deles esta localizado numa colina próxima e foi erguido em honra do Deus da sabedoria.
As comunidades não humanas costumam honrar com rituais e cerimônias discretas os seus próprios panteões. Sem que isso desperte a ira da população predominante que segue o panteão dos humanos. Contudo as honrarias maiores e os feriados são de acordo com o panteão humano.

Personagens

Condessa de Folturum
Folturum é o castelo ancestral dos cavaleiros da Ordem da Chama Branca. Uma das linhagens mais antigas de que se tem notícia no Reino de Ralman. Atualmente o castelo, vilas e terras da antiga Ordem da Chama Branca é governado por Elianora Folturum Altus, viúva do nobre e benevolente Aldamor Folturum.
A muitos anos Elianora governa solitária e com mão de ferro suas terras e servos. Sendo a Própria Elianora acusada por muitos de atos de demasiada crueldade.
Depois de um curto casamento com Aldamor que durou apenas 9 anos, tempo suficiente para deixar como frutos seus três adorados filhos.
Marcos Andarilhos Altus quinto (que posteriormente assumiu o nome de Conde de Imbéria).
Noraliss Altus, sua única filha e segundo diz a voz do povo, a representante da Deusa da Beleza na Terra e por fim o Sandorim Altus, o mais jovem, chefe da Cavalaria da Ordem da Chama Branca.

A biblioteca

A biblioteca cujo prédio é o mais elevado da cidade, contando com seis pisos (verdadeira obra de arte da construção civil), possuindo uma arquitetura circular e rodeada de escadas em forma de espiral. Com inúmeras janelinhas em forma de circulo e em cada andar uma porta em arco que dão acesso as muitas salas e inúmeros livros, cuidadosamente organizados pela equipe dos guardadores de livros.
O chefe da biblioteca é o nobre cavaleiro de Antuária, o senhor Valoriano Antuá. Que perdeu o título e as terras para a condessa Elianora depois de uma disputa judicial. Agora o senhor Valoriano passa os dias trancado no escritório central no andar térreo da biblioteca e de mau humor recebe o salário pago pelo prefeito.
Em cada andar existe um guardador de livros que tem como responsabilidade manter os livros e a biblioteca em perfeitas condições e uma equipe somente pra manter longe da biblioteca a poeira, as traças e deixando o piso liso de mármore azul sempre brilhando.
As diversas salas de leitura são dotadas de cadeiras ricamente adornadas e em suas paredes podem-se apreciar algumas das mais famosas obras de arte de todo reinado. As mesas são de madeira de lei e de tamanhos variados. Os candelabros ornados com pequenos cristais e munidos de delicadas velas de cera são acesos pontualmente ao por do sol. Assim quando a maior parte da cidade fica tranqüila e os habitantes começam a recolher-se em suas casas a longa distancia é possível ver os feixes de luz que escapam das pequeninas janelas redondas da biblioteca, tornando esse um símbolo poético dando significado as palavras ancestrais talhadas em pedra na porta da entrada da biblioteca, onde lê-se: “A luz do conhecimento aqui reside”.
Porém nem todos podem adentrar a biblioteca e ter acesso aos livros, apenas àqueles autorizados pela prefeitura, afinal o tesouro ali contido é inestimável e deve ser protegido de vândalos e arruaceiros. Todos os magistrados e professores têm tem livre acesso e pode-se contratar um escriba “copiador de livros” para ter um exemplar de algum livro de interesse.
A biblioteca fica próxima das margens do rio verde num local onde o rio é largo e tranqüilo. Do piso mais elevados tem-se acesso a várias pequenas varandas onde vários kilômetros dos arredores de Skolwood aparecem diante do espectador. Em outra varanda tem-se a vista de toda cidade destacando-se os prédios e a praça central com sua Fonte dos Anjos.

Taverna “Cachinhos de Elfo”

Uma taverna simples, onde não existe nada de muito incomum. Apenas a presença marcante de seu proprietário o grande conquistador e ex-aventureiro Tormandur “cachinhos de elfo”.
O homem agora já aposentado das suas andanças pelo mundo afora, gaba-se de ter dormido com mais de 1000 mulheres e de ter conquistado tesouros em mares distantes e ainda de tê-los perdido nos jogos de cartas e nos dados.
Agora bonachão e sorridente, desfruta da “tranqüilidade” de sua taverna. Sempre abarrotada de gente, principalmente de viajantes que não desfrutando de moedeiros abarrotados preferem hospedar-se nessa taverna mais simples.
A taverna conta com um pequeno estábulo pra cerca de 20 cavalos e também espaço pra outras montarias menos comuns. Conta com quartos simples, duplos ou de grupo. A mobília é simples e nada de adornos ou requinte encontram-se nos alojamentos, mas estão sempre limpos e arejados.
O vinho é bom e a comida servida está sempre saborosa o que garante uma freguesia satisfeita. Quem toma conta da cozinha é o tímido mestre Galba, que sente-se melhor entre seus tempero do que no meio do turbilhão dos fregueses. Trabalham ainda para Tormandur os jovens gêmeos Ramdu e Ramur, servindo as mesas; as criadas Laura, Virgina, Tellana e Grezia que cuidam da limpeza e arrumação dos quartos e ajudam na cozinha e servindo os clientes. O tratador de animais Jordel cuida dos animais dos hospedes enquanto eles estão no estábulo. Todos contam com a confiança e estima do patrão.
Para aqueles que desejarem hospedar-se ou mesmo comer um bom bode cozido pode procurar a taverna na Rua Balarim de Morgana, mais conhecida como Rua do Rio.

outros lugares no Condado 2

Floresta das trevas

O Condado de Imbéria faz divisa com o Ducado de Stalff exatamente no limite da Floresta das Trevas. A antiga floresta é a séculos o lar de criaturas hostis que lá encontraram ambiente favorável e sossego para desenvolverem habilidades fantásticas que não são encontradas em nenhuma outra parte do reino de Ralmam.
Muitas histórias e lendas envolvem o nome da floresta das trevas. Praticamente todas as crianças do reino já ouviram falar do Portal das Fadas, que abre-se algumas vezes dentro da floresta e leva para o país das Fadas as pessoas e criaturas que estão em suas proximidades; as criaturas feitas de sobra que alimentam-se do pavor que provocam nas pessoas, da fonte das águas da juventude.
Não existe caminho seguro que cruze a floresta, apenas os viajantes mais corajosos arriscam-se a adentrá-la. Porém não se sabe de ninguém que uma vez perdido dentro das sobras negras das árvores tenha encontrado final seguro.

outros lugares no Condado

A vila de Águas Claras



Fundada a aproximadamente dois séculos, pertence a terra das eternas Brumas dos nobres cavaleiros de Vallarius. Com o passar dos anos tornou-se famosa por ter em suas proximidades várias cachoeiras e corredeiras da águas transparentes. A vila das Águas Claras é a última vila dentro do território das eternas brumas e faz divisa ao norte com a Floresta das Trevas, pra onde correm seus riachos cristalinos.


Seu principal acesso é pela estrada dos pinheiros que vem da vila de Mall nas margens do Lago de Yordeness. Aos pés do monte Yord onde foi construída a Fortaleza Vallarius em alguma era passada. Outro caminho para a Vila de Águas Claras é partindo de Skolwood, passando por várias fazendas bem cuidades e bosques agradáveis.


A vila esta a três dias de caminhada de Skolwood e apenas dois da Fortaleza Vallarius. O povoado está ligado de maneira muito forte com as tradições mais antigas, respeitando os deuses antigos da natureza. Afinal, a presença marcante das antiguíssimas árvores da Floresta das trevas está a poucos quilômetros. A agricultura é de subsistência e a pecuária é muito acanhada, os pastores de ovelhas são a maioria, mais não é incomum encontrar uma ou duas vacas pastando tranqüilas em áreas bem cercadas.


Atualmente os moradores estão aflitos porque sucessivos ataques têm ocorrido com seus rebanhos. A maioria imagina tratar-se de lobos selvagens ou alguma coisa pior, advinda das orlas da floresta das trevas.

classes sociais

Classe A – Prefeito – Juízes – Grandes comerciantes e Mercadores – Presidentes de Associações – membro do conselho do condado – membros da nobreza.

Classe B – Membros do Conselho da cidade – Profissionais Liberais – Mestres e Doutores das Ciências – Comerciantes de porte médio – Mercadores – Grandes agricultores e pecuaristas – Artistas renomados – Grandes construtores e arquitetos – soldados de alta patente.

Classe C – outros funcionários públicos – Artesãos – pequenos comerciantes – pecuaristas e agricultores em geral – policiais – estudantes.

Classe D – Soldados de baixa patente – feirantes – marinheiros – servos – mercenários – pedreiros – mineiros, etc.

Classe E – Escravos – presidiários.

A Política

Na região existem duas formas predominantes de poder. Uma é o poder de mandar fazer, executar. A outra é o poder de julgar.
A prefeitura é o órgão máximo do poder executivo. Ela arrecada os impostos e realiza as obras na cidade e suas redondezas. Parte dos impostos é enviada pra a capital do condado, onde enche o cofre do Conde de Imbéria e parte segue para os cofres do rei.
As leis não são decididas pelo prefeito, nem por ninguém do poder executivo. Para essa função existe o conselho da cidade em termos locais e o conselho do condado para toda a região. Porém as leis são aprovadas em âmbito de condado. Logo, ela só se torna lei se assinada pelo Conde.
O poder de fazer justiça é o que o juiz distrital exerce. A cada 1000 pessoas o conde nomeia um juiz. Que se responsabilizar pela correta aplicação da lei e cumprimento das penas.
O conselho da cidade é responsável por propor as leis que melhorem a vida dos cidadãos. É formado por 21 legisladores escolhidos por voto entre os habitantes livres da cidade. O conselheiro é eleito para legislar por 7 anos, todo ano são eleitos 3 conselheiro que substituem 3 legisladores mais antigos. O conselho se reuni para determinar quem será o enviado como representante no conselho do condado. Cada cidade maior que 2 mil habitantes pode enviar 1 representante para o conselho do condado.

9 de setembro de 2007

Exercito

Cada Nobre maior tem suas forças militares, contratadas pra defender suas terras e bens. Nas ocasiões de emergência essas guardas particulares são requisitadas e agem como tropas especiais seguindo as ordens de seus senhores que por sua vez seguem as ordens do Conde de Imbéria, dentro do condado. Essas são consideradas tropas de elite, são geralmente bem equipadas e treinadas com esmero. Costumam ser classificadas como cavalarias. Apesar de alguns nobres possuírem sob suas ordens pequenas infantarias, arqueiros, carroças e carros de guerra também.

De maneira geral, cada nobre tem seu próprio estandarte e símbolos específicos, ligados a tradição da família a qual designa. Dentro do condado de Imbéria atualmente existem 4 cavalarias de destaque. Mantidas com zelo pelo seus senhores e dezena de outras cavalarias menores, servindo a nobres menores.

A cavalaria dos Leões é a mais importante e de maior tradição dentro do condado. Ela serve a família do grão Conde de Bartenom, fundadores da cidade Starn.

A cavalaria das Brumas é também secular. Instituída pela família dos Vallarius, donos da região das eternas brumas e do lago de Yordeness.

Metropilos é a cavalaria das planícies douradas da região próxima a Skolwood, seu senhor é o vice-conde Metropilos. Atualmente esse cavalaria detém o título de mais brilhante. E vencedor atual do festival de cavalaria do ano passado.

Lorde D’Morel é o senhor da Cavalaria mais pesada dentre as grandes cavalarias do condado. Os Cavaleiros D’Morel são famosos por usarem cavalos maiores e armas pesadas. Seu vigor e bravura são sua marca registrada.


O exercito do condado, aquele que obedece especificamente a hierarquia militar que é liderada pelo conde é mantido pelos cofres do Condado. São tropas mais jovens e menos treinadas. Porém são mais numerosas. Cada cidade, vila ou aldeia possui um quartel, onde os jovens devem prestar serviços e recebem armas e treinamento.

A hierarquia militar é rigorosamente obedecida.

Cada grupo de 20 soldados segue um líder – denomina-se esse grupo de Unidade
O líder é responsável pelo fracasso ou sucesso dos seus subordinados. A cada vitória o líder ganha notoriedade podendo ser indicado pelo seu superior para assumir um grupamento maior subindo de posto a medida que seus homens se destacam em batalha.

Cada grupo de 5 Unidades recebe ordens de um líder, denominado capitão – denomina-se essa grupo de Tropa – sendo formado no total por 100 soldados

Cada grupo de 4 Tropas recebe ordens de um líder denominado campeão – denomina-se de Companhia sendo formado no total por 400 soldados.

Cada grupo de 5 Companhias recebe ordens de um líder denominado General – denomina-se Batalhão – sendo que no total conta com 2000 soldados.

Todos os generais obedecem as ordens do Conde de Imbéria.

O Porto Halgar Melinatir

O Porto é um local menos glamuroso. Existe todos os tipos de pessoas circulando por lá e costuma ser bastante freqüentado por ladrões e malandros em geral. Prostíbulos e tavernas fedorentas também compõem o ambiente. Armazéns antigos e novos convivem com carroças puxadas por mulas e bois e lixo das ruas.

Negócios de todos os tipos podem ser encomendados nas ruas estreitas nos arredores do porto, inclusive transações lícitas!

O porto recebeu seu nome numa cerimônia recente, onde o prefeito resolveu substituir o antigo nome de “Porto do Lodo Velho” pelo nome de um dos heróis locais, ele próprio!

Houve um esforço pra reformar os ancoradouros e o terminal de passageiros que agora conta com uma adequada alfândega e espaço para os viajantes que sempre estão indo e vindo pelo rio.

Durante o dia a rotina frenética do porto advinha a onda atual de progresso local, mais é a noite que acontecem as coisas mais interessantes. Uma delas é a lenda sobre o fantasma do capitão Fredian RumRum.

As outras comunidades

A comunidade Hobbit

Os hobbits são gracejos e vivos, costumam habitar em casas confortáveis na região mais afastada dos centros urbanos, sendo fazendeiros e pastores na sua maioria. Poucos são dados a aventuras ou estudos aprofundados, apenas a religião é atrativa pra eles que são fervorosos nas cerimônias e rituais religiosos. Alguns são comerciantes ou vivem de maneira menos honesta por assim dizer.

A comunidade Anã.

Os anões são mercadores por excelência, também é famosos o seu gosto por comidas e bebidas que segundo especula-se pode ter sido o motivo principal de sua fixação na região que como todos sabem é produtora de bebida apreciada pelos anões. Vivendo bem no meio dos agitados bares e comércio eles se sentem os guardiões do espírito empreendedor e frequentemente são bem sucedidos.

Outras comunidades

Já foram vistos na região os homens pássaro, minotauros e outras raças, porém eles geralmente não fazem parte do cotidiano da cidade, e portanto causando alvoroço a sua presença.

As Principais Organizações locais

Sociedade Mercantil
É a entidade de maior poder dentro do âmbito da cidade, fundada a mais de 300 anos, atualmente é dirigida com mãos de ferro por Aldamir Fértizo La Rosa.

Os comerciantes precisam regularizar sua situação com a Sociedade Mercantil para poderem abrir seus estabelecimentos comerciais.

A entidade defende os interesses dos seus associados contra os contrabandistas, ladrões e outros. Luta por melhores condições para realização de bons negócios, taxas e impostos menores.

Geralmente algum dos membros da Sociedade são indicados para concorrerem nas eleições do Conselho da Cidade. E lá defender os direitos dos comerciantes.

Cada novo membro paga uma taxa fixa pra se afiliar e anualmente deposita uma parte de seus lucros pra manter a sociedade em funcionamento.

Associação dos camponeses
Fundada a quase 800 anos é a associação formal mais antiga ainda em funcionamento na cidade. Atualmente dirigida por dois diretores: Ferna Garba pelos agricultores e por Renalizza Helmer Pelos pecuaristas e pastores.

A Associação busca trazer benefícios tanto de mercado, quanto em termos de legislação para as pessoas que vivem das atividades do campo. Ela funciona como uma mega cooperativa onde os produtores se juntam de acordo com seus interesses e constroem cilos, galpões de armazenamento, promovem estudos e palestras, feiras para promoção dos produtos e serviços que as pessoas do campo produzem.

Claro que para usufruir dos benefícios oferecidos é preciso associar-se. E pagar uma taxa anual para a manutenção da Associação.

Diferente da Sociedade Mercantil, os agricultores e pecuaristas não são obrigados a associar-se, eles podem simplesmente vender seus produtos na feira da cidade.

Liga dos Mestres e Filósofos
A Liga foi fundada a pouco mais de 200 anos pelo conjunto dos professores das faculdades instaladas na cidade. Os estudiosos e mestres reconheciam a necessidade de uma entidade que buscasse melhoria nas condições das faculdades e do ensino em geral. Além de necessitarem de um espaço amplo e agradável para debates e lazer.

Os encontros de ciências e informais são comuns, e constantemente podemos encontrar professores discutindo temas variados e jogando gamao e xadrez nas amplas salas da Liga.

Guilda dos Ladrões e Assassinos
Ninguém sabe ao certo se existe de fato essa instituição dado o seu caráter secreto, porém não duvidemos de sua atuação. Os profissionais de dedos leves costumam agir sozinhos, porém apenas em sua área de atuação, para não interferir na área que seria dos membros da guilda.

Os assassinos são bem mais sombrios e sorrateiros e dizem que sua atuação é restrita as missões encomendadas pela guilda.

União dos estudantes
O grande número de estudantes vivendo na cidade proporcionou o surgimento de uma das únicas confederações de estudantes de todo o Reino. Algo pelo qual os estudantes das faculdades se orgulham muito.

Todos sentem-se honrados por fazer parte da união. Os objetivos são diversos, desde promover o intercambio das varias culturas e dos vários povos dentro do Ambiente acadêmico até a luta por melhores condições de estudo e apoio governamental.

Os estudantes são representados por uma comissão eleita anualmente, que conta com representantes de todas as instituições de ensino superior da cidade. Cada faculdade elege 3 alunos e os envia para defender os interesses do corpo discente dentro do conselho das faculdades e da união dos estudantes.

Comunidade Élfica

Formada pelos renomados estudiosos, seus familiares e agregados esta é a alta casta de elfos que podem ser encontrados na cidade. Apesar de distantes de seu reino de origem, muitos elfos encantaram-se pelo prestígio que recebem na cidade e por aqui resolveram fixar-se já a muitos anos.

Existe ainda a classe média formada não por estudiosos e doutores das ciências, mas por habilidosos mercadores e comerciantes que trazem frequentemente matérias raras e nobres vindas de seu próprio reino, o qual costumam visitar com freqüência.

Os elfos não costumam misturar-se com os outros povos. Preferindo manter-se afastados da comunidade em geral, talvez por isso o seu bairro fica na parte mais alta e ensolarada da cidade, nas proximidades da Faculdade de Ciências botânicas.

No seu bairro, poucas vezes vê-se outros povos. As casa são mais amplas e ricamente ornadas por entalhes em mármore de aves, animais e flores. Até os menos aristocráticos fazem questão de ornamentar com detalhes delicados suas casas e jardins, sempre floridos e alegre por todo o ano.

Alguns elfos nascidos na cidade são levados ao reino de Loras para receberem, por longos anos, educação adequada de seu próprio povo.

Outros tornam-se viajantes e mensageiros a serviço dos lordes locais ou da nobreza do reino florestal de Loras.

Dentro da comunidade os cultos religiosos e as principais tradições élficas foram mantidos, porém alguns costumes locais foram aos poucos incorporados aos hábitos dos Elfos.

Os visitantes elfos são bem recebidos e os lordes locais são bem hospitaleiros, porém os detalhes e motivos da presença do viajante são analisados cuidadosamente.

Os elfos conseguiram recentemente uma grande vitória em termos políticos, pois a 2 anos conseguiram eleger um representante elfo no conselho da cidade.

Cultura local

Várias são as manifestações culturais.

Algumas das maiores manifestações folclóricas e culturais estão ligadas as práticas agrícolas, como a festa das colheitas realizada no outono.
Quando os agricultores oferecem sacrifícios aos deuses das colheitas e plantações em grandes fogueiras, sob os olhos atentos da lua cheia.

Outras manifestações como o festival da cavalaria, homenageiam o passado de lutas e honra dos cavaleiros. Este é um feriado que dura 4 semanas onde os cavaleiros das nobres famílias simulam as batalhas de outrora e com muitos banquetes e danças nos refinados salões da sociedade. Acontece para celebrar a Unificação, para marcar o dia em que o Conde de Imbéria declarou sua lealdade ao rei de Ralmam e a partir desse dia Imbéria passou a fazer parte do Reino. Isso aconteceu a 486 anos! Durante esse tempo o tratado de lealdade foi mantido e o festival só não aconteceu durante os períodos de guerra. Onde os cavaleiros eram mais úteis em batalha.

Os festejos da maior Lua (ou a maior noite) onde rituais de homenagem aos mortos e aos espíritos são realizados em todos os templos e nas casas. Onde existem pequenos altares e velas acesas. As famílias reúnem-se silenciosas em vigília. Em quanto os espíritos vagam pelas ruas (segundo as histórias e lendas).

O maior sol também é bastante festejado. Onde casamentos e batismos são os principais acontecimentos. Muita festa e danças são vistos. As praças ficam lotadas de pessoas que cantam e dançam animadas até o sol se pôr. Essa é também conhecida como a noite das noivas, pois a tradição diz que casar-se nesse dia traz vida feliz e muitos filhos!

A dança é a característica presente em praticamente todos os rituais. Mesmo no festejo aos mortos os sacerdotes realizam seus rituais em que interpretam uma espécie da dança do silêncio.

O comércio

A agitada vida comercial da cidade tem grande fama.

Um ditado local que pretensiosamente diz que: "se não tiver no mercado de Skolwood é porque em nenhum outro lugar se encontra".

Sendo bastante variado e cheio de mercadorias importadas de outras partes do reino e dos reinos vizinhos.

Os Comerciantes são muito influentes na cidade.

O comercio acontece na Ampla Rua dos Anjos e em suas redondezas, onde podemos encontrar além da fonte dos Anjos, também a prefeitura, a maior das tavernas da cidade, a “Sorriso da Fada” e uma biblioteca cujo prédio é o mais elevado da cidade, possuindo uma arquitetura circular e rodeado de escadas em espiral.

A moeda local é padronizada para todo o reino e cunhada na capital Real de Anglos. Na casa das moedas. As moedas utilizadas são feitas de cobre, prata e ouro. Existe também a possibilidade de carregar moedas de papel, que são documentos que contem o valor impresso e a assinatura e o selo do estabelecimento onde o dinheiro foi depositado, o que configura os primórdios das redes bancárias.

Próximo ao centro do comércio esta sendo construída a nova sede da Sociedade Mercantil, uma espécie de câmara do comércio, onde os comerciantes debatem sobre seus interesses, regularizam seus comércios e pagam suas taxas de funcionamento.

A CULPADA

Minha foto

Sou Ellayne Medeiros da Silva, Engenheira Eletricista formada na Universidade Federal de Campina Grande, especialista em planejamento pela Universidade Federal do Amazonas

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